sábado, 21 de Abril de 2018

 
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Passageiros & Mobilidade
24-02-2018
Testes ainda não começaram
Comboio turístico do Tua já tem autorização para circular
O novo comboio turístico do Tua, em Trás-os-Montes, já tem autorização provisória de circulação. Todavia, uma semana depois do anúncio para o início dos testes de segurança, a 19 de fevereiro, estes ainda não tinham começado. O anúncio foi feito por Fernando Barros, presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua, que apontou aquela data para o início dos testes com o material circulante – locomotiva e carruagens, no troço entre Mirandela e Brunheda.

Por começar estão igualmente os testes de barco entre a Brunheda e o Tua, na albufeira da nova barragem. À Lusa, Fernando Barros confirmou a falta da “autorização especial de circulação”, destinada aos testes do material circulante. O responsável adiantou ainda que “depende agora do operador dar início” ao projeto de execução, alertando para uma possível prolongação do processo.

O arranque oficial do projeto continua a arrastar-se pelo facto de não existir acordo sobre quem ficará responsável pela manutenção da linha férrea. A subconcessão do plano de mobilidade do Tua – circulação de comboios entre Mirandela e a Brunheda, e da Brunheda até ao Tua, de barco – está a cargo do empresário Mário Ferreira, que apresentou o projeto há cerca de um ano e que tem, inclusivamente, todo o equipamento disponível, graças ao investimento de dez milhões feito pela EDP.

Recorde-se que a dinamização desta região envolve diversas entidades, desde a Infraestruturas de Portugal, proprietária da linha férrea, até ao Governo e à ADRVT, responsáveis por viabilizar o desenvolvimento do projeto e gerir as verbas disponibilizadas pela EDP durante os 75 anos de concessão da barragem.

O presidente da ADRVT disse ainda que, além dos testes de segurança, são necessárias intervenções de remoção de blocos que ameaçam cair nas encostas da linha do Tua. No plano de trabalhos está ainda a instalação de equipamento informático “para detetar o movimento de blocos ao longo dos taludes”.

Entretanto a EDP já disponibilizou cerca de “3,5 a 3,7 milhões de euros para estes trabalhos”, disse Fernando Barros à Lusa, referindo ainda que a ADRVT já propôs assumir a condução dos trabalhos “desde que a secretaria de Estado disponibilize as verbas necessárias para suportar o plano durante 25 anos”.
por: Pedro Venâncio
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