quarta-feira, 24 de Maio de 2017

 
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Carga & Mercadorias
13-12-2016
África e América do Sul
Grupo ETE reforça presença no estrangeiro
Na celebração no seu 80º aniversário, o Grupo ETE apresentou a sua aposta na internacionalização. Numa cerimónia que decorreu nos estaleiros da Naval Rocha e que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e da Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, Luís Nagy, CEO do Grupo ETE, salientou «temos um longo passado de que nos orgulhamos, mas não adormecemos à sombra desse passado».

A internacionalização do porfolio de negócios e o desenvolvimento da operação fluvial são duas das apostas estratégicas do Grupo ETE. Segundo Luís Nagy, “inaugurámos a nona década de vida do Grupo ETE com uma forte aposta na internacionalização da nossa operação, a qual tem estado a crescer e que esperamos, daqui a 5 anos, represente 30-40% do nosso volume de negócios, contra os atuais cerca de 10%. Estamos especialmente focados em mercados onde podemos levar valor, explorando áreas onde detemos grande experiência e conhecimento, como é o caso da operação fluvial”.

A América Latina é um das regiões prioritárias para o Grupo ETE. Na Colômbia, onde o Grupo entrou há 4 anos, acaba de iniciar uma nova operação no rio Magdalena, que consiste no transporte fluvial, ao longo de quase 100 km, de agregados para construção de infraestruturas. Adicionalmente, tem ainda em curso operações portuárias com gruas flutuantes, transporte fluvial, apoio a obras marítimas e portuárias e ainda atividades de logística internacional através de parcerias locais. No Uruguai, com a Transfluvial, tem em operação o transporte fluvial de madeira, em contrato continuado, para a maior fábrica de pasta de papel do mundo, operações de transbordo de carga a granel e transporte marítimo.

Cabo Verde é outro dos mercados em que o Grupo ETE está a investir. De acordo com Luís Nagy “recentemente qualificámo-nos em primeiro lugar no concurso público internacional para a privatização da CABNAVE, os estaleiros navais na ilha de S. Vicente, em Cabo Verde; a próxima etapa será a negociação financeira e dos termos finais do contrato de concessão para um período de 30 anos”
por: Miguel Pedras
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