A Associação dos Transitários de Portugal (APAT) tem agendado para esta sexta-feira, dia 26 de outubro, o Dia do Transitário. O evento tem lugar no espaço Gobalio Gardens, em Moreira da Maia, no Porto. Este ano a APAT espera receber mais de 250 associados e parceiros para celebrar a atividade transitária, premiar empresas e entidades em destaque no último ano, e debater a situação emergente do setor.
A ordem de trabalhos será composta por vários debates com destaque para a mesa redonda e para os painéis sobre a “Visão Global da Cadeia de Transporte e Logística” e “Desafios e Futuro do Transporte Aéreo”. Entre os presentes, marcarão presença Álvaro Costa; Miguel Paiva Gomes, Global Chief Cargo Officer da TAP Air Portugal, Hermano de Sousa, do Grupo Altri; José Pires da Fonseca, General Manager Logistics Coal Chain & Future Corridors, da Rio Tinto Mining and Exploration; e Pedro Galveia, da Smart Ports.
Paulo Paiva, presidente da direção da APAT, afiança ao Jornal Económico que “a fraca competitividade dos aeroportos nacionais no departamento da carga e ainda a necessidade de mais e melhores estratégias para os portos e ferrovia”.
Já o recém nomeado presidente executivo da associação, António Nabo Martins, destaca que “o transitário é quem trabalha na planificação, controlo, coordenação e operação de transporte. Estas atividades exigem agilização de processos entre os vários players do negócio, nem sempre acolhidos da mesma forma por todos, mas que sempre contam com a ação do transitário, que resolve e soluciona os problemas, intermediando muitas vezes as relações entre entidades privadas e públicas”.
Além disso, o mesmo frisa que “a desmaterialização de processos e a eficiência dos processos aduaneiros, são aspetos que nos preocupam e onde pretendemos estar, na defesa intransigente dos interesses dos nossos associados, de forma transparente e aberta, numa postura colaborativa de forma a poder compartilhar as futuras eficiências”.
António Nabo Martins realça ainda para o facto dos mais de 250 associados da APAT terem “um volume de vendas anual de mais de dois mil milhões de euros” e empregarem “mais de 5.400 pessoas, números que atestam o papel importante das empresas do setor na economia portuguesa”.
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