segunda-feira, 1 de Junho de 2020

 
Reta
Passageiros & Mobilidade
28-04-2020
MobiCascais
Câmara de Cascais assina contrato com a Empresa Martin
Onze meses depois da adjudicação, a Câmara Municipal de Cascais assinou finalmente o contrato para a concessão do serviço público de transporte rodoviário regular de passageiros no concelho com a Empresa Martín. O contrato foi assinado no passado dia 9 de abril e publicado no dia 27 de abril no portal de contratação pública Base. A assinatura do contrato dá-se depois de a Scotturb ter impugnado o concurso uma vez que entendeu que a proposta da empresa espanhola, que pertence ao Grupo Ruiz, não cumpria os requisitos do caderno de encargos. Esta tomada de posição por parte da Scotturb suspendeu a adjudicação do concurso à Martin e atrasou o processo para a entrada em vigor da nova rede de transportes públicos de Cascais. Entretanto, a autarquia assinou um contrato com a Scotturb para a prestação de serviços de transporte no âmbito da concessão da MobiCascais.
Ao assinar o contrato com a Câmara de Cascais, a Empresa Martín será responsável pela operação de 36 linhas no concelho e uma frota mínima de 79 autocarros standard e 17 minibus. O prazo do contrato é de sete anos, ao qual acresce um período transitório que não pode ser inferior a um mês nem superior a um ano. O valor do contrato é de 150 milhões de euros + IVA (para os dez anos). Refira-se ainda que o operador terá de operar sob a marca “Mobi Cascais”, com a gestão da publicidade nas viaturas a ser responsabilidade da autarquia. Por outro lado, a idade média da frota terá de ser de seis anos e a idade máxima não poderá exceder os 12 anos. Além disso, o concurso refere que “em alternativa parcial ou total às viaturas diesel, admitem-se outras com tecnologias de propulsão diferentes de modo a diminuir a pegada ecológica”. Todos os autocarros terão de estar equipados com Sistemas de Apoio à Exploração (SAE). Em relação às paragens, a Câmara será responsável pela instalação e manutenção dos abrigos, no entanto a informação sobre o serviço nas paragens é responsabilidade do operador. Está ainda previsto a instalação de um sistema de informação ao público em tempo real sobre os tempos de espera nas paragens.
por: Pedro Pereira
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