domingo, 21 de Julho de 2019

 
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Passageiros & Mobilidade
17-06-2019
Entre 2012 e 2017
Passageiros dos metros aumentaram 15%
A AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes realizou um “raio-x” aos três sistemas de metropolitano em Portugal e anunciou que entre 2012 e 2017 o número de passageiros transportados pelo Metro de Lisboa, Metro do Porto e Metro Sul do Tejo, cresceu 15%.
O relatório “Ecossistema dos Metropolitanos Nacionais” disponibiliza não só informação técnica, socioeconómica, financeira e energético-ambiental deste modo de transporte, como também elementos que se entendem relevantes para as autoridades de transporte, agentes económicos e outros intervenientes que integram e interagem com os sistemas de metro, podendo funcionar como mais um instrumento de suporte na tomada de decisão.
Esta primeira publicação tem como grande propósito tratar, de forma harmonizada e comparável, os três sistemas de metro nacionais em atividade.
De acordo com o documento, os três sistemas de metro atualmente existentes em Portugal funcionam ao abrigo de concessões do Estado com naturezas jurídicas significativamente diferentes e possuem tipologias estruturais diferentes. A rede do Metro de Lisboa possui 44,5 quilómetros e é maioritariamente me túnel (94,4% da extensão). O Metro do Porto, com 66,7 quilómetros, desenvolve-se maioritariamente à superfície (82,2%), contendo alguns troços em túnel (13,2%); já o Metro Sul do Tejo (11,8Km) é integralmente à superfície. Em 2017, os metros nacionais transportaram mais 15% de passageiros em relação a 2012, num total de 235 milhões de passageiros, dos quais 69% no ML, 26% no MP e 5% no MST. Por outro lado, a distância média percorrida por passageiro é, em média, de cerca de 5 km, contrastando com os 31 km na ferrovia (18 km nos serviços suburbanos).
Já as taxas de ocupação nos três sistemas de metro foram: 24,5% no ML, 19,5% no MP e 10% no MST.
O relatório revela ainda que os três metros geram anualmente 173 milhões de euros de receitas operacionais (um crescimento de +27% nesse período), tendo registado gastos operacionais de 170 milhões de euros. Releva-se, por outro lado, uma diminuição do EBITDA em cerca de 90% (-27 milhões de euros), explicado essencialmente pela interrupção do pagamento de indemnizações compensatórias aos dois operadores do setor empresarial do Estado (ML e MP) a partir de 2015.




por: Pedro Pereira
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