sexta-feira, 23 de Agosto de 2019

 
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Passageiros & Mobilidade
28-05-2019
Parceria com a Hitachi Consulting
Metro do Porto testa validação de títulos de transporte sem barreiras físicas
A Metro do Porto vai testar um piloto para controlar clientes não portadores de título de transporte válido, sem recurso a barreiras físicas, desenvolvido pela equipa portuguesa da Hitachi Consulting, no âmbito de concurso de ideias de inovação divulgado através da plataforma InoCrowd.

A solução tem como objetivo reduzir a utilização do serviço de transporte da Metro do Porto por passageiros sem título de transporte válido e apoiar os agentes de fiscalização. À semelhança do que acontece em cidades como Berlim, Viena ou Praga, o Metro do Porto não tem barreiras físicas para controlo de títulos de transporte nos acessos das estações, sendo a validação de títulos considerada como “um ato de civilidade sem necessidade de restrições”, descreve a Hitachi.

A nova tecnologia da Hitachi Consulting faz uso de sensores LIDAR, para detetar ações, movimentos e direções dos utilizadores do serviço de transporte, no seu percurso de acesso ao Metro, sem invadir a privacidade.

O projeto-piloto terá um custo de 100 mil euros, e será implementado, até setembro, na estação da Casa da Música. Depois do período experimental, a Metro do Porto decidirá a continuidade desta tecnologia, bem como o alargamento a outras estações, escreve o Jornal de Notícias.

Jorge Antunes, diretor de Desenvolvimento do Negócio para a região EMEA da consultora, explica que “a Hitachi Consulting tem uma experiência acumulada nesta área, com casos de sucesso semelhantes e em locais comerciais, ajudando na gestão dos espaços para efeitos de segurança ou rentabilidade”. Segundo adianta o responsável, “no Metro do Porto, o sistema de sensores LIDAR irá permitir controlar o número de pessoas que acede ao Metro e com título de transporte válido, detetar as situações irregulares e apoiar os agentes de fiscalização no acompanhamento dos infratores”.

Em comunicado, a Hitachi esclarece que a parceria com a Metro do Porto aconteceu através da plataforma InoCrowd, empresa que junta entidades com problemas a investigadores, pessoas ou entidades com know-how e soluções para impulsionar a inovação.
por: Pedro Venâncio
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