sexta-feira, 20 de Setembro de 2019

 
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Carga & Mercadorias
27-02-2019
Segundo Miguel Paiva Gomes
TAP Cargo cresceu 6% e vai apostar no mercado dos Estados Unidos
Em 2018, a TAP Cargo registou um crescimento global de 6% (carga e correio), tendo apresentado uma receita de 135 milhões de euros, cerca de 5% da receita total do transporte aéreo da TAP. Em entrevista à Transportes em Revista, o CEO da TAP Cargo, Miguel Paiva Gomes, revelou que este crescimento «foi potenciado principalmente pelas cargas internacionais com transbordo em Lisboa e Porto entre as várias origens e destinos servidas pela empresa». Segundo o responsável, «o atual estado do setor de carga aérea em Portugal registou uma quebra em 2018, com o mercado total a decrescer 9% em tonelagem, principalmente afetado pelo destino Angola que ainda é o mais representativo à saída de Portugal. Os destinos TAP à saída de Portugal registaram um decréscimo ligeiramente superior em 2018, pese o acréscimo para o mercado norte-americano. Com a manutenção da capacidade oferecida, esta quebra de carga que se tem feito sentir no mercado nacional resulta numa ligeira redução de tarifas médias praticadas».
O responsável fala ainda sobre os principais constrangimentos do setor em Portugal e quais devem ser, na sua ótica, as principais medidas estratégicas que devem ser tomadas para alterar o estado de “estagnação” em que se encontra o mercado há quase uma década.
O CEO da TAP Cargo revela ainda quais são os planos da empresa para o curto-médio prazo: «A TAP Air Portugal anunciou a abertura de 13 novos destinos em 2019, e é conhecida a aposta na modernização e renovação da sua frota com investimentos sem precedência que se materializam em crescimento, competitividade e sustentabilidade a todos os níveis. Com frequência de voos impar no nosso mercado, o modelo de exploração do negócio da Carga pela TAP é o da otimização dos porões de carga dentro da sua rede de destinos, complementado com acordos com operadores parceiros para destinos não operados pela TAP e ainda a utilização de cargueiros», adiantou. Miguel Paiva Gomes acredita que a empresa «vai continuar a crescer, aumentando a sua representatividade e quota de mercado em todos os destinos que serve, com particular enfoque nos Estados Unidos para destinos muito interessantes para a carga como sejam Chicago, São Francisco na costa oeste, Washington, entre outros». Por outro lado, refere que «o mercado de carga asiático é incontornável pela sua dimensão e relevância global e ganha relevo na TAP com ligação aos demais mercados operados, em particular os mercados brasileiro e norte americano. Continuamos a crescer o produto Expresso da TAP Cargo quer na sua rede europeia quer com o Brasil, bem como uma maior integração da cadeia logística dos nossos clientes, através de parcerias e digitalização de processos, com um posicionamento proactivo nos mercados».

Para ler a entrevista na íntegra de Miguel Paiva Gomes à Transportes em Revista, clique AQUI
por: Pedro Pereira
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