quinta-feira, 19 de Setembro de 2019

 
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22-01-2019
Crescimento de 6%
Turismo mundial produziu 1,4 mil milhões de chegadas internacionais
O Barómetro do Turismo Mundial da Organização Mundial de Turismo (OMT) revelou que as chegadas internacionais de turistas atingiram, em 2018, um total de 1,4 mil milhões, o que representa um crescimento de 6% face ao ano anterior. Segundo a OMT, este número foi atingido dois anos antes do previsto.

“As previsões de longo prazo da OMT, emitidas em 2010, indicavam que a marca de 1,4 mil milhões seria alcançada em 2020, mas o notável crescimento das chegadas internacionais nos últimos anos levou a que se atingisse dois anos antes”, refere a OMT, no comunicado enviado à imprensa.

O crescimento de 6% verificado em 2018 nas chegadas internacionais de turistas ficou inclusive acima da média de crescimento da economia mundial, que cresceu 3,7%, informa o Barómetro do Turismo Mundial da OMT.

Zurab Pololikashvili, secretário-geral da OMT, citado no comunicado, diz que “o turismo é hoje um dos motores mais poderosos de crescimento económico e de desenvolvimento global”.

O aumento registado nas chegadas internacionais está relacionado com o crescimento na Europa, onde as chegadas subiram 6%, num total de 713 milhões de turistas, mas também o Médio Oriente, onde a subida atingiu os 10%, alcançando os 64 milhões de turistas. África registou um aumento de 7%, para 67 milhões de turistas.

A OMT prevê, para 2019, uma consolidação dos números e estima que o crescimento internacional deve ser mais moderado, ficando entre os 3% e os 4%, valores que estão dentro das médias anuais de crescimento habitualmente registadas. A procura por viagens de avião deverá ser impulsionada pela continuação dos preços baixos no combustível e o desenvolvimento do transporte aéreo em diversos destinos.

O comunicado da OMT refere ainda que a “digitalização, novos modelos de negócio, viagens mais económicas e mudanças sociais devem continuar a moldar o nosso sector, o que leva a que tanto os destinos como as companhias aéreas precisem de se adaptar, se quiserem continuar a ser competitivos”.
por: Sara Pelicano
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