sexta-feira, 19 de Outubro de 2018

 
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Carga & Mercadorias
28-05-2018
Conclui a Scania
Transportes comerciais zero emissões requerem mudanças sem precedentes
Henrik Henriksson, presidente e CEO da Scania, defende que “alcançar zero emissões de CO2 no nosso setor, dentro do prazo do Acordo de Paris, é atingível, mas exigirá mudanças a alta velocidade sem precedentes e um compromisso sério e conjunto entre os setores público e privado”.

A análise da Scania mostra que podem ser traçados vários caminhos para eliminar gradualmente as emissões de carbono, até 2050, através de uma abordagem baseada num modelo de back-cast. A pesquisa da Scania abrange três segmentos de transporte: transporte de longo curso, distribuição e autocarros urbanos, e quatro países: Suécia, Alemanha, China e EUA.

“Podemos alcançar uma redução de mais de 20% das emissões de CO2, trabalhando de forma ainda mais inteligente nos sistemas de transporte atuais, por exemplo, através de rotas melhoradas e de uma melhor gestão da carga”, explica o CEO da Scania. “Além disso, existem vários caminhos a seguir, considerando os combustíveis e os grupos propulsores, para um futuro sem combustíveis fósseis. Os biocombustíveis proporcionam as maiores reduções das emissões de CO2, e a eletrificação é a opção mais económica”, reitera Henriksson.

O estudo da Scania concluiu que não utilizar combustíveis fósseis até 2050 requer mudanças em grande escala até 2025, incluindo não apenas novas tecnologias, mas também novas infraestruturas. A marca sueca aponta para o desenvolvimento de uma logística mais inteligente, para a eletrificação, o biocombustível e células de combustível, como potencialidade de sustentabilidade do setor.

A curto prazo, defende a Scania, devem ser “disponibilizados os mecanismos de financiamento e compromissos firmes para o desenvolvimento da infraestrutura tecnológica e de apoio em larga escala”. Independentemente do caminho a percorrer, as tecnologias e a infraestrutura exigirão da parte dos múltiplos agentes “um grau de mudança tecnológica sem precedentes, mas também indústrias adjacentes para fazer a descarbonização”.
por: Pedro Venâncio
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