terça-feira, 14 de Agosto de 2018

 
Carga & Mercadorias
02-04-2018
Janeiro e fevereiro
Portos do continente movimentaram menos carga
Desde o início do ano que os portos continentais têm movimentado menos carga. Nos dois primeiros meses de 2018, movimentou-se menos 14,7 milhões de toneladas de carga, o que representa menos 1,28 milhões de toneladas face a igual período de 2017.

Esta diminuição do volume de carga reflete uma quebra de 8%, interrompendo um ciclo de variações positivas que se têm vindo a verificar desde 2012 e que atingiram o seu auge no ano de 2017, registando a melhor marca de sempre.

De acordo com a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), “este resultado é demonstrativo da conjugação de desempenhos distintos dos vários portos, em especial de Leixões e Aveiro, que registaram o volume de carga mais elevado de sempre nos períodos homólogos, após acréscimos respetivos de 5% e 21,6%. Figueira da Foz, Lisboa e Setúbal também registaram desempenhos positivos, após terem apresentado em janeiro-fevereiro de 2018 variações de mais 26,4%, mais 3,9% e mais 3,3%, respetivamente”.

A AMT esclarece ainda que “Sines apresentou um decréscimo de 19,1%, correspondente a cerca de menos 1,7 milhões de toneladas, absorvendo, por completo, o somatório das variações positivas registadas. Importa referir, antes de mais, que o período janeiro-fevereiro 2018 está a ser comparado com o seu homólogo de 2017, no qual Sines registou um notável pico de atividade”.

Assim, o comportamento deste porto reflete provavelmente um regresso à trajetória normal, a que reporta a um crescimento global de carga de 8,2% e 20,2% na carga contentorizada, quando comparado aos valores homólogos de 2016.

Sines, embora tenha perdido 6,9 pontos percentuais, mantém a maioria absoluta (que havia perdido em janeiro deste ano) com uma quota de 50,1%. Na redução do peso relativo do volume de carga movimentada, Sines é apenas acompanhado pelo porto de Faro, que cai ligeiramente para um valor simbólico inferior a 0,1%. Todos os outros portos reforçam as respetivas quotas, com destaque para Leixões, que sobe 2,6 pontos percentuais para 20,8%, e Lisboa e Aveiro, que ganham 1,5 pontos percentuais para 12,8% e 6,1%, respetivamente.
por: Sara Pelicano
Tags: AMT   Carga   Contentores   Portos  
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Comentários
02-04-2018 18:36:25 por Cláudio Carneiro
A razão da queda dos portos nacionais esta no fato de causa do mau tempo e de guerra comercial em China e EUA na previsão inicial até a União Europeia poda ser a criar o pânico nas empresas. No Mercado Mundial a crio um pânico porque os EUA a aumento as taxas dos impostos para os 25 de produtos comerciais.
  
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