terça-feira, 14 de Agosto de 2018

 
RL 468x60
Carga & Mercadorias
27-03-2018
De transporte de mercadorias
Sedentarismo é fator de risco para os motoristas
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) o sedentarismo é o quarto fator de risco de morte a nível mundial, traduzindo-se em inúmeras patologias como hipertensão, colesterol ou diabetes. Na profissão de motorista, os riscos podem ser ainda maiores uma vez que os profissionais passam várias horas ao volante, descansam pouco e têm hábitos alimentares pouco saudáveis.

Consciente deste problema, a Scania, em parceria com as principais associações espanholas do setor do transporte rodoviário de mercadorias, decidiu fomentar a alteração de hábitos sedentários destes profissionais. Em colaboração com a Cualtis, empresa de prevenção de riscos laborais, foram realizados cerca de 534 mil exames de saúde a trabalhadores entre os 18 e os 65 anos, no ano passado. Desde número, foram questionados 27 mil motoristas.

A apresentação do estudo foi feita em Madrid, na embaixada da Suécia, e contou com a presença do embaixador daquele país, Lars-Hjalmar Wide, assim como vários representantes das associações parceiras, entre os quais Renata Perucci, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação e Logística da Scania Ibérica, Teresa García-Margallo Marfil, diretora de Serviços Médicos da Cualtis e ainda Rubén Morán, diretor da Farinato Race.

Teresa García sublinhou que «a prevenção de hoje é a saúde de amanhã». Para a responsável, «existem muitas doenças silenciosas e difícil de diagnosticar» contudo, «muitas podem-se prevenir facilmente com alterações de hábitos diários». Aos motoristas, Teresa García deixa o aviso que «há muita coisa que podem fazer na cabine» e que «exercícios simples podem fazer a diferença».

Associada a esta causa está ainda a “Farinato Race – Corrida do Transporte by Scania”. Rúben Morán, também ele motorista, e diretor da corrida, afirmou que «o mundo do transporte é feito de obstáculos mas que estes se ultrapassam todos os dias». Para o responsável, «o motorista deve ser feliz, ter objetivos, sentir-se vivo e não somente trabalhar».

No final da apresentação houve ainda lugar para o debate em mesa redonda entre os representantes das associações convidadas. Entre as opiniões, foi apontada a «falta de consciencialização no setor». Para os responsáveis, «os motoristas sentem muitas vezes que são uma peça do camião, isso é algo que temos de mudar». E alertam: «não há muitos jovens a querer entrar na profissão», pelo que o setor deve contrariar também ele esta tendência.

Leia o artigo completo na próxima edição n.º 181 da Transportes em Revista.
por: Pedro Venâncio
2077 pessoas leram este artigo
124 pessoas imprimiram este artigo
0 pessoas enviaram este artigo a um amigo
0 pessoas comentaram este artigo
Comentários
Não existem comentários
  
Deixe o seu comentário!

 


 

  



Spinerg


  





Chronopost







RSS TR Twitter Facebook TR Canal Transportes Online

Dicas & Pistas © 2009, Todos os Direitos Reservados

Condições de Utilização | Declaração de Privacidade
desenvolvido por GISMÉDIA