quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2018

 
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Passageiros & Mobilidade
31-01-2018
Mobilidade elétrica
O futuro passa pela integração de serviços
O futuro da mobilidade passa por veículos elétricos ou híbridos Plug-in (PHEV, na sigla inglesa) e pela disponibilização de pacotes de serviços. Esta foi uma das ideias transmitidas na conferência ‘Rumo às Zero Emissões em 2030’, organizada pela LeasePlan.

No evento, que teve lugar em Lisboa, dia 30 de janeiro, falou-se da definição do preço de carregamento dos veículos nos postos públicos criados para o efeito. Este tema está em análise e ainda não se sabe se o custo será por Kwh ou por minuto. Manuel Fernandes, da Efimob, uma rede de carregamento, defendeu que “o custo do carregamento deve ser feito por minuto”, considerando ainda que estes postos de carregamento poderão criar novos modelos de negócio, por exemplo um local de reuniões. Isto sobretudo porque nem todos os postos de carregamento poderão ser rápidos.

José Rui Felizardo, do Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEIIA) defendeu igualmente que “o futuro passa por pacotes de serviços” e acrescentou que “os activos da mobilidade são reduzir tempo, custos e preocupação com sustentabilidade. As emissões que poupamos em cada deslocação são um ativo transacionável”.

 

A LeasePlan está de alguma forma nesta senda de disponibilizar pacotes de serviço e por isso disponibiliza aos clientes postos de carregamentos “domésticos e nas empresas e o cartão e-mobility”, esclareceu Nuno Brito, da equipa de consultoria da LeasePlan Portugal.

Nuno Bonneville, administrador da Mobi.E, uma rede de carregamento, comentou que “a ansiedade de autonomia existe ainda, mas é cada vez menor”. O mesmo responsável comentou ainda que “quanto a rede estiver concluída haverá carregamentos a cada 60 quilómetros”.

António Oliveira Martins, diretor-geral da LeasePlan, disse que a organização desta conferência visou combater “eliminar preconceitos que põem o elétrico em desvantagem”. António Oliveira Martins acrescentou ainda que há três fatores que incentive a mobilidade mais sustentável: incentivos fiscais, veículos apelativos e infraestruturas de carregamento que retire a ansiedade.

A conferência foi encerrada por José Mendes, secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, que afirmou que “gostaria que já estivesse fechado o modelo de pagamento do carregamento” e concluiu que “os transportes públicos têm sido a nossa primeira preocupação, por isso temos tomado uma medida de introduzir autocarros elétricos e gás natural”.
por: Sara Pelicano
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