quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

 
Passageiros & Mobilidade
24-11-2017
Autoridade da Mobilidade e dos Transportes
João Carvalho nomeado vice-presidente do IRG – Rail Grupo Europeu de Reguladores Independentes
João Carvalho, presidente do Conselho da AMT – Administração da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes foi eleito, por unanimidade, vice-presidente do IRG – Rail Grupo Europeu de Reguladores Independentes para a Ferrovia, na reunião plenária que teve lugar em Paris, nos dias 23 e 24 de novembro.

O IRG – Rail tem como principal objetivo facilitar a criação de um mercado único ferroviário na Europa, assente na competitividade, eficiência e sustentabilidade. O organismo visa ainda a cooperação, partilha de conhecimento e boas práticas entre os seus membros e atua sobre o acesso à utilização da infraestrutura, o sistema de taxação de utilização da infraestrutura, propostas legislativas em desenvolvimento e o acompanhamento e monitorização do mercado ferroviário.
por: Pedro Venâncio
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Comentários
27-11-2017 13:15:20 por Carlos Gaivoto
O modelo europeu de regulação de mercados é curioso pois, servirá, como o próprio nome indica, regular a actividade concorrencial e as condições de acesso, não fosse ele criado para esse efeito, o que não é despiciente.O problema assenta, como todos nós sabemos, como é regulada uma actividade que tem como objectivo acelerar, no seu processo de circulação, as commodities que realizam valor e o labor que produz valor e nesta lógica, há sempre a oportunidade da annihilation the space by the time. Não se debate o que tem sido o desperdício causado pela forma como se acumula capital, desde a destruição de posto de trabalho, à destruição do território que é sujeito às desvalorizações cíclicas quando se entra em crise, em grande parte, também devido ao sistema de créditos e de financiamentos especulativos. Contudo, perante as enormidades da geografia das diferenças do sistema, em particular, quando as mãos invisíveis do mercado actuam, assistimos aos Estados, nas suas variadíssimas formas, actuar perante tais irracionalidades que se vão acentuando, passando o tempo mas, não passando os espaços que criam e que destroem. Não conheço nenhuma atitude preventiva de se evitar tanto desperdício nestas irracionalidades do sistema e vejo, perante tais evoluções de mercado, cada vez menos o combate à especulação no sistema de transportes. Será que só de leis é que o sistema vive Não é de pessoas Há quem diga que é preciso concentrarmonos nas pessoas mas, mesmo esses que detectam tantas falhas no sistema, poderiam servirse destas designadas autoridades de Regulação e compreender, também aqui que há falhas e bastante graves. Mesmo quem se ponha do lado da evolução do mercado, anda a reclamálas há décadas.Mudamse os tempos, mudamse as vontades Parece que não.
27-11-2017 11:16:01 por José Dionísio
Então é desta que vamos ter em Portugal as bitolas dos carris iguais às europeias
  
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