domingo, 22 de Abril de 2018

 
Passageiros & Mobilidade
02-11-2017
Subconcessão do Metro do Porto
Mota-Engil contesta vitória do Grupo Barraqueiro
O consórcio liderado pela Mota-Engil contestou a decisão do júri que atribuiu ao Grupo Barraqueiro a vitória no concurso público para a subconcessão do Metro do Porto. Ao que a Transportes em Revista conseguiu apurar, o consórcio formado pela Mota-Engil e MGC Transportes entregou uma reclamação à Metro do Porto dias após ter sido publicado o relatório final do júri que confirmou a adjudicação da subconcessão ao grupo liderado por Humberto Pedrosa. Recorde-se que, de acordo com o relatório publicado pela Metro do Porto, a diferença entre as duas propostas foi de “apenas” 300 mil euros, sendo que o único critério de adjudicação era o “preço mais baixo”.
A Transportes em Revista contactou o CEO da Mota-Engil, Gonçalo Moura Martins, para saber os motivos desta reclamação, mas até ao momento não foi possível obter resposta.
O preço da proposta do grupo liderado por Humberto Pedrosa foi de 204,3 milhões de euros, valor substancialmente inferior (7,5%) ao preço de referência fixado para o concurso, que era de 221 milhões de euros.
Em segundo lugar ficou o consórcio Mota-Engil/MGC Transportes, com uma proposta no valor de 204,6 milhões de euros; em terceiro a Avanza (através da Corporacion Española de Transportes) com 206,3 milhões de euros; e em quarto a Transdev com um valor de 212,1 milhões de euros. A DST, SA e a Neopul, SA, embora tenham formalmente concorrido, apresentaram declarações de não apresentação de proposta, revelou na altura a Metro do Porto.
Entretanto, sobre este assunto, a Metro do Porto referiu apenas à Transportes em Revista que o presidente do Conselho de Administração, Jorge Delgado, já recebeu o relatório final do júri do concurso “tendo-o remetido para as tutelas sectorial e financeira, para aprovação, de acordo com o estipulado na legislação que regula as parcerias público-privadas”.
Caso a reclamação da Mota-Engil seja indeferida, está previsto que até final do ano possa ser celebrado o contrato de subconcessão entre a Metro do Porto e a Barraqueiro SGPS, que será depois submetido ao Tribunal de Contas para obtenção de visto prévio. A nova subconcessão terá arranque efetivo no dia 1 de abril de 2018.
por: Pedro Pereira
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