sexta-feira, 23 de Junho de 2017

 
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Passageiros & Mobilidade
30-05-2017
Dia 2 de junho
Ministro apresenta solução para Sistema de Mobilidade do Mondego
Na próxima sexta-feira, dia 2 de junho, o ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, vai estar em Coimbra para apresentar o projeto do Governo para o Sistema de Mobilidade do Mondego.

Recorde-se que em fevereiro de 2016 o parlamento aprovou um projeto de resolução da autoria do PCP que estabeleceu a extinção da Sociedade Metro Mondego; a devolução do seu património ao domínio público ferroviário e ao domínio municipal; e a reposição modernização e eletrificação da linha do Ramal da Lousã. A Sociedade Metro do Mondego foi inicialmente projetado como um metro ligeiro de superfície nos municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, aproveitando o canal ferroviário do ramal da Lousã. Contudo, vários meses volvidos, o ramal da Lousã continua parado, à espera de uma resolução política para um problema que se arrasta já desde 2010, ano em que a linha foi encerrada, para a construção do Metro do Mondego, projeto que nunca saiu do papel.

Em setembro de 2016 o ministro do Planeamento garantiu uma solução a ser apresentada no final de janeiro deste ano, mas será no início de junho que os concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã ficarão a saber qual o futuro desta linha.

A solução do BRT (bus rapid transit) tem sido apontada como uma das possibilidades para ligar a Lousã a Coimbra. Este modo de transporte foi, de resto, confirmado como umas das opções para o sistema de mobilidade do Mondego pelo secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, em entrevista à Transportes em Revista no ano passado.

A solução é bastante aguardada pelas autarquias e pela Comunidade Intermunicipal da região de Coimbra, cujo presidente, João Ataíde, apresentou como “fundamental” para as populações da região.
por: Miguel Pedras
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Comentários
08-06-2017 0:00:07 por Movimento de Defesa so Ramal da Lousã
É vergonhosa a falta de consideração e desprezo com que nos tratamAproximase mais um acto eleitoral e, mais uma vez, a população utente do Ramal da Lousã é presenteada com um embuste alcunhado de metrobus, semelhante a outro que já nos tentaram impingir em 2010 e que de imediato foi recusado, por ser considerada cara a sua implementação, lento na circulação e perigosa a sua aplicação no ramal, devido à existência de tuneis e uma ponte em curva. Agora e mais uma vez o que interessa é tentar enganar os pacóvios serranos, o inculto ZéPovinho. Supõese que este nada sabe e como tal o seu querer, por mais razão que lhe assista, em nada interessa e pode levar com qualquer porcaria que suas excelências entenderem. O fundamental é garantir que o corporativismo funcione. A democracia Essa fica reduzida ao acto eleitoral e só mesmo, porque pareceria mal acabar com as eleições. Mas, o Zé Povinho, embora possa não ter curso superior ou cargo de nomeação com direito a mordomias carro, motorista, remuneração pomposa, cartão de crédito, reforma antecipada e de luxo, não é burroO Zé Povinho é reivindicativo e exigente, quer que lhe devolvam o que roubaram, quer o comboio, quer o Ramal da Lousã novamente a funcionar.O Zé Povinho, como não é ESTÚPIDO, sabe que o estão a enganar e prefere que lhe chamem pacóvio, serrano, aldeão ou até inculto. Mas ESTÚPIDO é que NÃOO Zé Povinho exige que deixem de brincar com os utentes do Ramal da Lousã, cumpram com as recomendações do Tribunal de Contas e da Assembleia da República e procedam à reposição dos carris, comboio e electrificação da via. Assim deixará de ser necessário que outros tenham de ser intimados a vir aos concelhos servidos pelo ramal substituirse na tarefa de comunicar e debater não aos munícipes aquilo que os autarcas teriam obrigação de fazer.Uma solução sem qualquer garantia efectiva de financiamento por parte da Comunidade Europeia, cuja eficácia na implantação, segurança e tempos de viagem foi oportunamente questionada pelos movimentos de defesa do ramal, alguns autarcas e o professor Manuel Tão. Este especialista em planeamento de transportes já em 2010 se manifestou, de modo fundamentado, contra aquilo que agora nos querem de novo impingir. Neste momento, nenhuma outra solução é aceitável para o ramal a não ser a reposição dos CARRIS, dos COMBOIOS e a ELECTRIFICAÇÃO.A nossa região merece dispor de um sistema de transporte colectivo económica e ecologicamente sustentável, ambivalente passageiros e mercadorias, SEGURO e rápido.A solução de mobilidade para a cidade de Coimbra não pode prejudicar o transporte ferroviário que as populações de Miranda do Corvo e da Lousã conquistaram há mais de um século.Estamos fartos da falta de democracia e de respeito com que alguns governantes e outras autoridades tratam questões tão determinantes para a nossa vida e para o futuro da região. É tempo de encerrar a tecnicamente falida MM e devolver o ramal à rede ferroviária nacional. DEVOLVAM O QUE NOS ROUBARAMMovimento de Defesa do Ramal da Lousã07.06.2017
02-06-2017 15:34:29 por MConde
Mais uma uma vez a incompetência politica vem acima. Não se seguem as soluções europeias para o transporte publico porque todos eles são países atrasados, só em Berlim, por exemplo é que é possível combóios nas ruas, cidades atrasadas...Mais uma vez vãose gastar milhões numa solução mais petrolífera,pneumática, onde a palavra eléctrico é só para tapar os olhos, que não vai garantir o conforto e rapidez que os utentes desejam, logo vai acelerar a fuga para o carro particular, porque esse é que dá dinheiro e trumperizará este pobre país, para que os netos pagem o desmantelamento deste elefante inútil. Paz á sua alma.
02-06-2017 11:07:33 por AMARO
Se Coimbra é a única cidade ibérica com troleicarros porque não instalam no Ramal da Lousã troléis modernos
02-06-2017 9:17:18 por Manuel Bastos
Mais do que escolher entre o carril e a roda, que parece uma escolha de «moeda ao ar» o Sistema de Mobilidade Mondego» precisa clarificar o seu programa:A oferta de transporte na cidade de Coimbra e o ramal da Lousã deve ser idêntica O benefício do serviço contínuo entre Serpins e o Hospital justificará o acréscimo do custo de investimento e de exploração
01-06-2017 19:30:50 por Carlos Gaivoto
A solenidade com que são dadas certas notícias neste Portugal dos pequeninos só engana aqueles que andam distraídos e com falta de memória. Em Março de 2006, perante todos os presidentes de muniícipios do Baixo Mondego e com o ministro dos transportes e dois secretários de Estado transportes e território foi anunciado o modelo tramtrain, o qual foi aceite pelos presentes como a solução que promovia a maior integração e coesão social, territorial, ambiental e energética. Com a crise, esta solução foi suspensa pelo posterior ministro, de acordo com o seu secretário de estado. Que haja este tipo de geringonça que não sabe bem para onde vai, já nada admira pois, o sector dos transportes repartido em três ministros, evidencia bem a sua incoerência sobre políticas públicas de transporte, em particular, aquelas que deveriam dar alternativa aos portugueses nos milhões de deslocações diárias realizadas com o automóvel e em que se gastam cerca de 2,5 mil milhões de euros/ano para se estar parado Costa Martins, Partex edição do JN, Novembro de 2014. Não sei que solução sairá ali da cartola mas, uma coisa sei: andase mesmo a brincar com o dinheiro público dos contribuintes e já é tempo de se fazer um Transit Act para colocar alguma descentralização e responsabilidade quando se trata de resolver problemas locais/regionais. Naquela sessão realizada na CCDR do Centro, convidaramse dois especialistas de transportes da UITP, o expresidente da comissão de Metro Ligeiro Walter Keudel e outro da AVG, operador do tramtrain de Karlsruhe, Oliver Glaser a explicar porque é que aquela solução ferroviária ligeira de superfície resolve os vários problemas causados por tanta dispersão urbana, aproveitando a subrede ferroviária de Coimbra pois, o que está em causa não é só o ramal da Lousã mas, todo o complexo ferroviário daquela subregião. Infelizmente, os assessores dos ministros e dos secretários de estado vão mudando e como não há planeamento estratégico em Portugal, em particular, neste sector ao contrário deste método de trabalho usado em França, na Alemanha, Suiça, etc., aqui decidese em função de estudos pouco ou nada fundamentados e de desconhecimento do Estado da Arte da tecnologia ferroviária e do planeamento estratégico de redes de transporte urbano. Assim sendo, toda a gente fica perplexa perante tanto disparate que se ouve e dos elevados investimentos por km em ligações não justificadas, quando seria de esperar, passados estes anos, uma melhoria na área do conhecimento científico e da sabedoria. Portanto, venham de lá essas notícias que são sempre boas para a solenidade do momento de quem se promove e é promovido com o condão de não conhecer e saber das boas práticas europeias. Por alguma razão neoliberal não se coloca na ordem do dia a Organização Institucional do TP urbano em Portugal, talvez porque se continua a fazer deste sector o business as usual.
01-06-2017 15:52:49 por Lousã pelo Ramal
Esqueceramse da petição de iniciativa do jornal Trevim e das tês resoluções aprovadas em sequência pela Assembleia da República, em fevereiro passado.
01-06-2017 13:29:52 por Álvaro Pereira
Eu já disse e repito: linha ferroviária normal, electrificada, e prolongada até Arganil, como estava no projecto original.
  
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