domingo, 19 de Novembro de 2017

 
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Passageiros & Mobilidade
04-01-2017
Mobilidade Suave
Guimarães implementa Rede de Percursos Cicláveis
A cidade de Guimarães, no âmbito do Programa de Promoção do Uso da Bicicleta, vai implementar uma Rede de Percursos Cicláveis, um projeto elaborado pela mpt – mobilidade e planeamento do território. Depois de ter sido reconhecida como Património Mundial, 2010, Cidade Europeia do Desporto, 2013 e Capital Europeia da Cultura, 2012,a “cidade-berço” pretende ser Capital verde Europeia em 2020. De acordo com a mpt. “a bicicleta assume uma presença central e incontornável no planeamento urbano das cidades contemporâneas com repercussões evidentes de novas formas de mobilidade urbana, potenciando não só uma apropriação mais amiga e sustentável do território como, também, o reforço de valores comunitários e importância do espaço público - rumo à construção de um território mais qualificado”. A autarquia vimaranense decidiu, em conjunto com a mpt, desenhar uma rede ciclável que pretende melhorar a mobilidade urbana, reduzir o volume de tráfego automóvel, melhorar a qualidade do ar e incrementar a coesão territorial. Este projeto tem como principais objetivos: promover a bicicleta como veículo relevante nas deslocações do quotidiano nos trajetos casa/trabalho e casa/escola e, ainda, nalguns traçados naturais de lazer e de desporto circunstanciais; Favorecer o uso da bicicleta em contexto urbano e ligar (por percurso ciclável) a cidade às principais vilas; Compatibilizar de meios de transporte, nomeadamente automóvel e bicicleta; Valorizar os recursos naturais e patrimoniais através de percursos cicláveis; e reduzir a carga poluente e promover modos suaves de deslocação.
A Rede de Percursos Cicláveis, na sua proposta, apresenta uma extensão total de 51,5 km distribuída por toda a cidade, estendendo-se pelas freguesias e concelhos vizinhos. A sua conceção projetual está faseada em dois momentos: fase 1 (16,5 km) que estabelece a ligação entre a Veiga de Creixomil e a Pista de Cicloturismo de Fafe e fase 2 (35 km) – contemplando as restantes ciclovias de caráter mais urbano. Esta rede desenhada sobre o território apresenta percursos cicláveis de geometria variável – uns mais formais e explícitos e outros mais informais e partilháveis com outras realidades, capaz de interligar os principais polos geradores, os polos habitacionais e os equipamentos de utilização pública, conectando as principais concentrações de vivências e dinâmicas sociais.
 
por: Pedro Pereira
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