sábado, 19 de Outubro de 2019

 
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Passageiros & Mobilidade
24-11-2015
Antigo presidente da APDL
Matos Fernandes é o novo ministro do Ambiente e...Transportes
O antigo presidente do Porto de Leixões, João Pedro Matos Fernandes, foi escolhido por António Costa para liderar o novíssimo Ministério do Ambiente e dos Transportes. Nos últimos quatro anos o setor esteve ligado à Secretaria de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, que estava sob a tutela do Ministério da Economia. O novo governo socialista optou, também, por não criar nenhuma Secretaria de Estado dos Transportes. Já as Infraestruturas passaram a ter um ministério próprio, juntamente com o Planeamento, cujo ministro passará a ser Pedro Marques. Já o escolhido para secretário de Estado das Infraestruturas foi Guilherme d´Oliveira Martins.
Outra das surpresas do novo Executivo é a criação do Ministério do Mar, que terá como ministra a antiga secretária de Estado dos Transportes do Governo de José Sócrates, Ana Paula Vitorino. No entanto, ainda não se sabe se o novo Ministério irá ficar com a tutela dos portos nacionais e do setor portuário. Natural de Águeda, Matos Fernandes foi presidente da APDL – Administração dos Portos de Douro e Leixões, ente 2008 e 2012, e da APVC – Administração do Porto de Viana do Castelo, entre 2009 e 2012, tendo ainda acumulado o cargo de presidente da APP – Associação dos Portos de Portugal. Licenciado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, possui ainda um Mestrado em Transportes, pelo Instituto Superior Técnico. Foi Adjunto do Secretário de Estado dos Recursos Naturais (1995-1997) e chefe de Gabinete do Secretário de Estado Adjunto da Ministra do Ambiente (1997-1999). Atualmente, ocupava o cargo de presidente do Conselho de Administração da empresa Águas do Porto.
 
por: Pedro Pereira
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Comentários
07-05-2016 20:36:51 por Jose Valentim
Como se pode viver em pleno seculo 21 nestas condições no Alandroal na estrada dos telheiros com pulgas, carraças,osgas,santupeias,ratos, cobras bem enfim é uma calamidade nem se pode estar na rua nem ter uma janela aberta pois é so entrarem para casa de uma pessoa meu numero tlm 969194058 .Ja tirei varias fotos e levei a camara municipal e nao fizeram caso espero nao vire a cair no esquecimento obrigado .
25-11-2015 19:21:12 por Oliveira Moura
Mais um Comissário/vendedor da Banha Cobra socialista.
25-11-2015 17:43:52 por Carlos Gaivoto
1.O sector dos transportes não é só mero factor da economia pois, à geografia, à sociologia, à engenharia e à arquitectura e organização institucional, social e política do território, tem de corresponder um balanço positivo da rendibilidade social do sistema de transportes e o desenvolvimento sustentável das suas populações e empresas. Estes só podem ser conseguidos com uma visão de sustentabilidade do Estado Social e esta visão obriga reveremse outras residências específicas de avaliação, cujos critérios e benefícios económicos e sociais estão para além das suas relações com o PIB e da sua dívida. Como se sabe a complexa cadeia de interacções sociais e económicas não se resumem à circulação e distribuição de capitais afectando vários actores e sectores, como também não se revêem só nas margens de lucro de cada um deles convidase ouvir Stiglitz no dia 1, na Gulbenkiam. A estratégia consignada no PETI3 estava errada, talvez a pressa da sua elaboração em quatro meses por um GTIEVA que se apressava nas candidaturas aos fundos comunitários de 21,5 mil milhões de euros para o período 20142020 7 anos. A sua urgente revisão merece outra visão estratégica que não só aquela baseada na optimização das acessibilidades para o tráfego das mercadorias. Com certeza, estamos a falar de muito mais do que privatizações. 2. A estrutura do aparelho governativo evidencia sempre uma visão de como se gere a coisa pública, tendo em consideração orientações estratégicas, princípios, objectivos, metas e plano. Ora, sabendo que ainda é cedo para avaliar a proposta da nova equipa governativa da gestão da coisa pública e correndo o risco da falta de informação poder vir alterar a decisão do que está proposto para o sector dos transportes, e mesmo tendo em consideração respostas que queiram inverter as políticas de privatização, a ficar assim, está errado. Hoje, há países que colocam o desenvolvimento sustentável como eixo estratégico até de designação do ministério que integram o desenvolvimento do território, ambiente, energia e transportes. É assim em Portugal O que significa planeamento e infraestruturas dum lado e ambiente e mobilidade noutro Aguardemos então pelas explicações desta visão pouco dialética, integradora e coerente. 3. Este governo tem de responder a outros olhares da coisa pública e as expectativas são altas porque têm de mostrar e bem que com a coisa pública não se joga e muito menos se fazem negócios. Bem podem queixarse os interesses públicos das populações, dos operadores, das câmaras municipais e até os interesses das empresas privadas indústria pois, todas elas têm sido ignoradas e o business model só tem servido interesses privados obscuros. Nem na Alemanha, nem em França se aplica o modelo do anterior Governo PSD/CDS e cedo virão os impactos negativos das derradeiras privatizações que ainda não se traduziram na vida das populações e das cidades. Hoje, esta reflexão e acção deverão ter aspectos institucionais e políticos muitos diferentes, por exemplo, a inovação tecnológica do sector do TP com criação emprego qualificado, de apoio à indústria, ao ambiente e à eficiência energética agradecem. Para além do que tem sido adiado ao longo destas décadas, o vector estratégico do TP urbano espera ainda a sua oportunidade e isso obriga a rever como é que num quadro político, institucional e governativo diferente, há um sector que pode ajudar a transição ecológica das redes, dos serviços e das cidades. Será que o Livro Branco, o Livro Verde, o Pacto dos Autarcas e as recomendações da ONU de respostas às alterações climáticas e à dispersão urbana são para ficar fechados nas gavetas Esperemos que não.
25-11-2015 0:19:47 por Felix
O Ministério da Economia de um lado, o Ministério das Infraestruturas de outro e o Ministério dos Transportes noutro. Não tem lógica...
  
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